[recebi na semana passada]
Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts. Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco.
Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano.
Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura do seu search engine chamada Blackle <http://blackle.com/ >, que funciona exactamente igual à versão original mas consome menos energia.
[…] de tecnologia australiano Darren Yates, que a propósito do Blackle (um parente do Google-Zero já referido no Mudar o Mundo) fez testes a 27 monitores diferentes e concluiu que só existe uma efectiva poupança energética […]
Existe tbm o http://www.googlepreto.com que agora redireciona para http://www.pretog.com
particurlamente gosto mais desse pretog por ser o mais completo
eu emprego Pretoogle.com.pt um pesquisador com motor google mas com fundo em preto como blackle mas para o nosso mundo lusófono
http://www.pretoogle.com.pt
saude

Qualquer dos motores de busca acima referidos padece do mesmo problema que o Google-Zero / Eco-find, já referido em posts anteriores: não informa suficientemente bem os visitantes sobre o tema em causa.
Se estiverem realmente preocupados com o ambiente, os autores das páginas devem disponibilizar um resumo das diferentes posições sobre o tema, se possível com links para sites onde o utilizador possa aprofundar os seus conhecimentos.
Infelizmente, o tipo de linguagem usada nos textos sobre ambos os sites está mais próximo da propaganda do que da informação… e eu acredito que é fundamental dar às pessoas o máximo de informação sobre os assuntos, sobretudo quando estes são polémicos, de modo a que cada um possa tomar decisões conscientes e adequadas ao seu caso.