<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.1" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comments on: Central termoeléctrica de Sines, uma das mais poluentes da Europa</title>
	<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 17:33:27 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.1</generator>

	<item>
		<title>By: Joana Santos</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-359</link>
		<author>Joana Santos</author>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 13:44:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-359</guid>
					<description>É o que dá insistir em termoeléctricas a carvão, há muito que se sabe que este é o combustível fóssil mais poluente. Este combustível faz uma utilização mais intensiva de CO2, apresentando valores de emissão muito longe dos resultantes da queima de gás natural e de petróleo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o que dá insistir em termoeléctricas a carvão, há muito que se sabe que este é o combustível fóssil mais poluente. Este combustível faz uma utilização mais intensiva de CO2, apresentando valores de emissão muito longe dos resultantes da queima de gás natural e de petróleo.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Bruno</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-5861</link>
		<author>Bruno</author>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 21:42:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-5861</guid>
					<description>Cara rapariga, a central do Carregado não utiliza como fonte de energia o carvão, mas sim fuel e gás natural. Claro que é pena que emita CO2 e outro gases mas é necessária para produzir energia eléctrica. As coisas infelizmente não se mudam de um dia para o outro esperemos que as energias renováveis entrem em força</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara rapariga, a central do Carregado não utiliza como fonte de energia o carvão, mas sim fuel e gás natural. Claro que é pena que emita CO2 e outro gases mas é necessária para produzir energia eléctrica. As coisas infelizmente não se mudam de um dia para o outro esperemos que as energias renováveis entrem em força</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Joana Santos</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-5862</link>
		<author>Joana Santos</author>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 12:21:20 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-5862</guid>
					<description>Caro rapaz (Bruno)

O que queria dizer com o comentário, e que pelos vistos não está suficientemente claro, é que, se há fuel óleo ou gás natural que emitem muito menos CO2 que o carvão, e que são também mais eficientes, não se justifica continuar a utilizar carvão.

Também não me referia a todas as termoeléctricas, mas especificamente à de Sines, que sei que ainda utiliza carvão.

O mesmo digo relativamente à biomassa, se emite mais CO2 que o petróleo ou o gás natural não faz sentido considerá-la como fonte de energia alternativa. Claro que relativamente à biomassa diz-se que é renovável e que é neutra em emissões...Com o flagelo dos incêndios não é isto que temos visto!

Espero que tenha clarificado o meu comentário e aproveito para frisar que não estou contra nada, apenas a favor de uma utilização eficiente e racional da energia que temos disponível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro rapaz (Bruno)</p>
<p>O que queria dizer com o comentário, e que pelos vistos não está suficientemente claro, é que, se há fuel óleo ou gás natural que emitem muito menos CO2 que o carvão, e que são também mais eficientes, não se justifica continuar a utilizar carvão.</p>
<p>Também não me referia a todas as termoeléctricas, mas especificamente à de Sines, que sei que ainda utiliza carvão.</p>
<p>O mesmo digo relativamente à biomassa, se emite mais CO2 que o petróleo ou o gás natural não faz sentido considerá-la como fonte de energia alternativa. Claro que relativamente à biomassa diz-se que é renovável e que é neutra em emissões&#8230;Com o flagelo dos incêndios não é isto que temos visto!</p>
<p>Espero que tenha clarificado o meu comentário e aproveito para frisar que não estou contra nada, apenas a favor de uma utilização eficiente e racional da energia que temos disponível.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Nelson Silva</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6513</link>
		<author>Nelson Silva</author>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:34:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6513</guid>
					<description>A central de Sines não é mais nem menos poluente do que era, nem do que outras centrais semelhantes.
As emissões de CO2 estão dependentes unicamente do combustivel utilizado que quase não varia (há carvões cujo teor de carbono varia ligeiramente a favor do H2 - mais hidrogénio menos carbono.... poder calorifico semelhante) e do rendimento da central.
No caso da central de Sines são inferiores a 900 gramas por Kw/h.
Não sei como é que são obtidos os dados da WWF mas cheira-me a treta.
As centrais a gás não emitem muito menos CO2 (emitem apenas menos) mas são de facto mais eficientes.
Mas o gás natural é um combustivel "nobre" e penso que é um desperdicio utilizá-lo em centrais cujo rendimento não ultrapassa os 56%.
Além disso é mais caro (excluindo o custo das emissões de CO2), e a oferta é diminuta face ao carvão. A maioria dos países fornecedores de gás são politicamente instáveis, o que não assegura um fornecemento garantido a longo prazo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A central de Sines não é mais nem menos poluente do que era, nem do que outras centrais semelhantes.<br />
As emissões de CO2 estão dependentes unicamente do combustivel utilizado que quase não varia (há carvões cujo teor de carbono varia ligeiramente a favor do H2 - mais hidrogénio menos carbono&#8230;. poder calorifico semelhante) e do rendimento da central.<br />
No caso da central de Sines são inferiores a 900 gramas por Kw/h.<br />
Não sei como é que são obtidos os dados da WWF mas cheira-me a treta.<br />
As centrais a gás não emitem muito menos CO2 (emitem apenas menos) mas são de facto mais eficientes.<br />
Mas o gás natural é um combustivel &#8220;nobre&#8221; e penso que é um desperdicio utilizá-lo em centrais cujo rendimento não ultrapassa os 56%.<br />
Além disso é mais caro (excluindo o custo das emissões de CO2), e a oferta é diminuta face ao carvão. A maioria dos países fornecedores de gás são politicamente instáveis, o que não assegura um fornecemento garantido a longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Joana Santos</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6514</link>
		<author>Joana Santos</author>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:38:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6514</guid>
					<description>Obrigada pelos seus esclarecimentos. 
Visto que contesta os dados apresentados pela WWF, gostaria de lhe perguntar em que fontes se baseiam as suas afirmações.
Quanto ao termo “muito menos” ou apenas “menos”, parecem-me bastante subjectivos. “Um pouco menos” de emissões poderá ser suficiente para se interferir “muito menos” no ambiente, e como tal, esse “apenas menos” pode ter um valor “muito menos” que se traduz em “muito mais” valias para o meio ambiente e bem-estar humano. 
Quanto às condições dos países produtores de gás natural talvez seja uma oportunidade para os ajudar a resolver os seus conflitos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada pelos seus esclarecimentos.<br />
Visto que contesta os dados apresentados pela WWF, gostaria de lhe perguntar em que fontes se baseiam as suas afirmações.<br />
Quanto ao termo “muito menos” ou apenas “menos”, parecem-me bastante subjectivos. “Um pouco menos” de emissões poderá ser suficiente para se interferir “muito menos” no ambiente, e como tal, esse “apenas menos” pode ter um valor “muito menos” que se traduz em “muito mais” valias para o meio ambiente e bem-estar humano.<br />
Quanto às condições dos países produtores de gás natural talvez seja uma oportunidade para os ajudar a resolver os seus conflitos.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Nelson Silva</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6517</link>
		<author>Nelson Silva</author>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 19:54:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6517</guid>
					<description>O consumo específico de carvão (húmido) é de 358 gramas por quilowatt emitido (consumo referido à emissão de energia).
A percentagem de carbono fixo (no carvão utilizado) varia entre os 65 e 70%.
Mesmo no pior caso (70%) o carbono disponível para combinar com oxigénio são 358 x 0,7 =250 .
Conhecendo o peso do carbono e do oxigénio basta fazer contas para  calcular a emissão de CO2 .
O consumo pode piorar no caso de se interromper a produção de energia (interrupção programada ou fortuita).
Nesta situação (após paragem) perdem-se as condições (temperatura e pressão) para o funcionamento normal da produção de energia.
Para retomar essas condições é necessário gastar combustível adicional o que piora o desempenho. É obvio que as emissões de carbono baixam em termos absolutos (volume) mas o consumo específico piora. 
Penso que a maioria das pessoas tem consciência de que a produção de energia eléctrica é uma actividade poluidora. O que parece não saber é que tem de haver cuidado na diversificação das fontes para garantir o abastecimento.
Todos sabemos que a construção de barragens tem graves implicações sociais e ecológicas. Mas se queremos muitos geradores eólicos temos de as aceitar.
É a única forma de guardar a energia do vento quando há excesso de produção.
Dizer que não queremos queima de carvão mas apenas gás é pouco sensato e racional.
Os preços do gás não param de subir ( acompanham os do petróleo) e os países fornecedores são poucos e instáveis politicamente.
O seu comentário de que é tempo de ajudá-los mereceu-me um sorriso (por razões obvias).
Temos a obrigação de preservar o planeta. Neste sentido as emissões de CO2 devem ser minimizadas para evitar o aquecimento global. 
No entanto isso tem de ser feito com precaução e responsabilidade. Penso que o caminho que Portugal está a tomar está correcto. Aproveitar os recursos hídricos aumentar a potência eólica instalada e substituir as centrais a fuel por gás.
Para minimizar os efeitos das emissões de CO2 nas centrais a carvão (e a gás) poderia ser implementado um programa de plantação de arvores e/ou prevenção e combate de incêndios florestais.
A micro-produção (cada casa/família poderia ser um produtor) também deveria ser incentivada sem as enormes limitações que o actual programa do governo contém.
Nesse aspecto penso que se perdeu uma enorme oportunidade de dar um salto em frente.
O programa governamental da micro geração de energia é um falhanço total na minha opinião.
É igualmente tempo de poupar. Ensinar os consumidores a poupar mantendo o estilo de vida, fazer o mesmo gastando menos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo específico de carvão (húmido) é de 358 gramas por quilowatt emitido (consumo referido à emissão de energia).<br />
A percentagem de carbono fixo (no carvão utilizado) varia entre os 65 e 70%.<br />
Mesmo no pior caso (70%) o carbono disponível para combinar com oxigénio são 358 x 0,7 =250 .<br />
Conhecendo o peso do carbono e do oxigénio basta fazer contas para  calcular a emissão de CO2 .<br />
O consumo pode piorar no caso de se interromper a produção de energia (interrupção programada ou fortuita).<br />
Nesta situação (após paragem) perdem-se as condições (temperatura e pressão) para o funcionamento normal da produção de energia.<br />
Para retomar essas condições é necessário gastar combustível adicional o que piora o desempenho. É obvio que as emissões de carbono baixam em termos absolutos (volume) mas o consumo específico piora.<br />
Penso que a maioria das pessoas tem consciência de que a produção de energia eléctrica é uma actividade poluidora. O que parece não saber é que tem de haver cuidado na diversificação das fontes para garantir o abastecimento.<br />
Todos sabemos que a construção de barragens tem graves implicações sociais e ecológicas. Mas se queremos muitos geradores eólicos temos de as aceitar.<br />
É a única forma de guardar a energia do vento quando há excesso de produção.<br />
Dizer que não queremos queima de carvão mas apenas gás é pouco sensato e racional.<br />
Os preços do gás não param de subir ( acompanham os do petróleo) e os países fornecedores são poucos e instáveis politicamente.<br />
O seu comentário de que é tempo de ajudá-los mereceu-me um sorriso (por razões obvias).<br />
Temos a obrigação de preservar o planeta. Neste sentido as emissões de CO2 devem ser minimizadas para evitar o aquecimento global.<br />
No entanto isso tem de ser feito com precaução e responsabilidade. Penso que o caminho que Portugal está a tomar está correcto. Aproveitar os recursos hídricos aumentar a potência eólica instalada e substituir as centrais a fuel por gás.<br />
Para minimizar os efeitos das emissões de CO2 nas centrais a carvão (e a gás) poderia ser implementado um programa de plantação de arvores e/ou prevenção e combate de incêndios florestais.<br />
A micro-produção (cada casa/família poderia ser um produtor) também deveria ser incentivada sem as enormes limitações que o actual programa do governo contém.<br />
Nesse aspecto penso que se perdeu uma enorme oportunidade de dar um salto em frente.<br />
O programa governamental da micro geração de energia é um falhanço total na minha opinião.<br />
É igualmente tempo de poupar. Ensinar os consumidores a poupar mantendo o estilo de vida, fazer o mesmo gastando menos.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Joana Santos</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6518</link>
		<author>Joana Santos</author>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 14:20:57 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6518</guid>
					<description>Não sei se o custo do carvão será efectivamente inferior ao do gás, pois, embora o custo da matéria-prima seja inferior, tem um custo acrescido em termos de licenças de emissões.
Quanto ao aumento do preço do gás (que acompanha o preço do petróleo) temos assistido a grande especulação e a um aproveitamento face à constante desvalorização do dólar.

O que me preocupa nem é tanto a emissão de CO2 nem as eventuais consequências em termos de "aquecimento global" (prefiro o termo alterações climáticas), pois penso que não são as emissões de CO2 com origem nas actividades humanas que têm um efeito devastador no clima como muitos tentam afirmar (também emitimos outras substâncias que têm efeito claramente contrário criando um certo equilíbrio). 

O que é realmente importante é que ninguém tem o direito de poluir este planeta que é de todos nós e das gerações vindouras. Há substâncias que são perigosas para os seres vivos. O carvão, para além de emitir mais CO2 emite uma série de outras substâncias extremamente nocivas. Este foi até um argumento utilizado pelo actual secretário de estado do ambiente Dr. Humberto Rosa para justificar o fraco impacte que a queima de resíduos industriais perigosos tem nas cimenteiras (a queima de carvão é mais poluente do que a queima de RIP). 

Quanto a programas de plantação de árvores e de prevenção de incêndios tb estes se têm mostrado ineficazes.

Ninguém discute, penso eu, que é necessário diversificar as fontes, mas é com toda a certeza necessário evitar a sua concentração...Temos assistido a uma insistência da energia eólica e quanto a barragens já temos que cheguem, e as que existem já provocaram e continuam a provocar bastantes problemas ecológicos e sociais. O caminho talvez seja a inovação.
Quanto ao programa de micro-geração do governo estamos agora a dar os primeiros passos, mas concordo que ainda há muito a fazer.

Sabemos que a percentagem de produção de energia através de renováveis tem aumentado em Portugal e com elas o custo da energia eléctrica...Dá que pensar, será que a micro geração deverá mesmo ser incentivada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se o custo do carvão será efectivamente inferior ao do gás, pois, embora o custo da matéria-prima seja inferior, tem um custo acrescido em termos de licenças de emissões.<br />
Quanto ao aumento do preço do gás (que acompanha o preço do petróleo) temos assistido a grande especulação e a um aproveitamento face à constante desvalorização do dólar.</p>
<p>O que me preocupa nem é tanto a emissão de CO2 nem as eventuais consequências em termos de &#8220;aquecimento global&#8221; (prefiro o termo alterações climáticas), pois penso que não são as emissões de CO2 com origem nas actividades humanas que têm um efeito devastador no clima como muitos tentam afirmar (também emitimos outras substâncias que têm efeito claramente contrário criando um certo equilíbrio). </p>
<p>O que é realmente importante é que ninguém tem o direito de poluir este planeta que é de todos nós e das gerações vindouras. Há substâncias que são perigosas para os seres vivos. O carvão, para além de emitir mais CO2 emite uma série de outras substâncias extremamente nocivas. Este foi até um argumento utilizado pelo actual secretário de estado do ambiente Dr. Humberto Rosa para justificar o fraco impacte que a queima de resíduos industriais perigosos tem nas cimenteiras (a queima de carvão é mais poluente do que a queima de RIP). </p>
<p>Quanto a programas de plantação de árvores e de prevenção de incêndios tb estes se têm mostrado ineficazes.</p>
<p>Ninguém discute, penso eu, que é necessário diversificar as fontes, mas é com toda a certeza necessário evitar a sua concentração&#8230;Temos assistido a uma insistência da energia eólica e quanto a barragens já temos que cheguem, e as que existem já provocaram e continuam a provocar bastantes problemas ecológicos e sociais. O caminho talvez seja a inovação.<br />
Quanto ao programa de micro-geração do governo estamos agora a dar os primeiros passos, mas concordo que ainda há muito a fazer.</p>
<p>Sabemos que a percentagem de produção de energia através de renováveis tem aumentado em Portugal e com elas o custo da energia eléctrica&#8230;Dá que pensar, será que a micro geração deverá mesmo ser incentivada?</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Nelson Silva</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6519</link>
		<author>Nelson Silva</author>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 03:46:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6519</guid>
					<description>As licenças de emissões são custos politicos e não de mercado.
É um custo que apenas quase se pratica na Europa.
A China inaugura uma nova central de carvão todas as semanas.
Os USA queimam à vontade.
A África do Sul está a contruir uma nova central a carvão de 4000 MW. Sem problemas de CO2 nem de "substâncias extremamente nocivas". E lá também é "Planeta Terra".
É inegável que o aumento de CO2 na atmosfera está ligado ao aumento de temperatura do ar e é uma das principais causas das alterações climáticas. 
Os poluentes produzidos pela queima a carvão podem (e são) retidos quase na totalidade antes de serem emitidos. A única excepção é o CO2.
Isto aplica-se ao SO2 (dioxido de enxofre) e ao NOx (oxidos de azoto) reduzidos em mais de 90%.
As cinzas são recolhidas em cerca de 97%.
Este país é livre e pode-se dizer o que quiser. Uma meia verdade é pior que uma mentira.
As cimenteiras também queimam carvão como forma de produzir calor.
Há argumentos para tudo. Temos é de verificar se são válidos ou não.
A propósito de comparações, lembro-me que quando queriam contruir uma incineradora de queima de residuos perigosos em Sines, um dos argumentos do governo, era de que iria aumentar a poluição apenas em 10%. Note-se que, quanto maior fosse a poluição existente, menor seria a percentagem de emissões da referida incineradora. Mas era um argumento.

Fico perplexo com os seus "argumentos".
A Joana não propõe soluções. Apenas aponta "problemas".
Centrais a carvão, não quer porque são poluentes. Quanto a barragens cito " já temos que cheguem". Relativamente à energia eolica torno a citar " a percentagem de produção de energia através de renováveis tem aumentado em Portugal e com elas o custo da energia eléctrica".
Por fim põe em duvida a micro geração "Dá que pensar, será que a micro geração deverá mesmo ser incentivada?"

Assim não vale a pena o "debate".
Dizer em jeito de conclusão "O caminho talvez seja a inovação", é o mesmo que não dizer nada. 
O que é que a Joana fazia, se amanhã fosse responsável pelas decisões, quanto à produção e distribuição de energia electrica em Portugal nos próximos 5 anos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As licenças de emissões são custos politicos e não de mercado.<br />
É um custo que apenas quase se pratica na Europa.<br />
A China inaugura uma nova central de carvão todas as semanas.<br />
Os USA queimam à vontade.<br />
A África do Sul está a contruir uma nova central a carvão de 4000 MW. Sem problemas de CO2 nem de &#8220;substâncias extremamente nocivas&#8221;. E lá também é &#8220;Planeta Terra&#8221;.<br />
É inegável que o aumento de CO2 na atmosfera está ligado ao aumento de temperatura do ar e é uma das principais causas das alterações climáticas.<br />
Os poluentes produzidos pela queima a carvão podem (e são) retidos quase na totalidade antes de serem emitidos. A única excepção é o CO2.<br />
Isto aplica-se ao SO2 (dioxido de enxofre) e ao NOx (oxidos de azoto) reduzidos em mais de 90%.<br />
As cinzas são recolhidas em cerca de 97%.<br />
Este país é livre e pode-se dizer o que quiser. Uma meia verdade é pior que uma mentira.<br />
As cimenteiras também queimam carvão como forma de produzir calor.<br />
Há argumentos para tudo. Temos é de verificar se são válidos ou não.<br />
A propósito de comparações, lembro-me que quando queriam contruir uma incineradora de queima de residuos perigosos em Sines, um dos argumentos do governo, era de que iria aumentar a poluição apenas em 10%. Note-se que, quanto maior fosse a poluição existente, menor seria a percentagem de emissões da referida incineradora. Mas era um argumento.</p>
<p>Fico perplexo com os seus &#8220;argumentos&#8221;.<br />
A Joana não propõe soluções. Apenas aponta &#8220;problemas&#8221;.<br />
Centrais a carvão, não quer porque são poluentes. Quanto a barragens cito &#8221; já temos que cheguem&#8221;. Relativamente à energia eolica torno a citar &#8221; a percentagem de produção de energia através de renováveis tem aumentado em Portugal e com elas o custo da energia eléctrica&#8221;.<br />
Por fim põe em duvida a micro geração &#8220;Dá que pensar, será que a micro geração deverá mesmo ser incentivada?&#8221;</p>
<p>Assim não vale a pena o &#8220;debate&#8221;.<br />
Dizer em jeito de conclusão &#8220;O caminho talvez seja a inovação&#8221;, é o mesmo que não dizer nada.<br />
O que é que a Joana fazia, se amanhã fosse responsável pelas decisões, quanto à produção e distribuição de energia electrica em Portugal nos próximos 5 anos?</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Joana Santos</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6520</link>
		<author>Joana Santos</author>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 09:52:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-6520</guid>
					<description>Não discuto que “lá tb é Planeta Terra” a solução passa por não apoiar os nossos erros no facto dos outros cometerem ainda mais erros. 
Quanto à sua afirmação “É inegável que o aumento de CO2 na atmosfera está ligado ao aumento de temperatura do ar e é uma das principais causas das alterações climáticas.” tenho bastantes dúvidas, mas isto é apenas a minha opinião. Em traços gerais, o CO2 tem um contributo secundário no efeito de estufa, as manchas solares têm tido ciclos muito mais curtos e estamos a viver um período interglacial. Muito mais haveria a dizer...

Mais uma vez agradeço os seus esclarecimentos referentes à retenção de substâncias poluentes. 

É certo que tenho mais facilidade em detectar fragilidades, mas isso não significa que não queira soluções. As soluções só surgem depois de ser identificada a fragilidade.
Quando diz que dizer que o caminho é a inovação é o mesmo que dizer nada, aqui sim fico eu perplexa. É o que tentamos fazer por aqui todos os dias, e é aquilo em que acredito, mas como é óbvio as soluções não surgem do pé para a mão, há que dar tempo ao tempo e evitar precipitações.
A frase “Dá que pensar, será que a micro geração deverá mesmo ser incentivada?” no seu comentário vem desprovida do contexto, a minha dúvida prende-se com o facto de o custo de energia ter aumentado com o aumento da percentagem de energia proveniente de renováveis produzida no país. Era natural que o custo baixasse, não se esperando que subisse. Não estou a dizer que é um mau caminho, antes pelo contrário...Mas era conveniente que o custo da energia neste país parasse de aumentar proporcionalmente à quantidade de energia produzida por fontes renováveis. 
Desconheço por completo o processo de decisão em que propõe que me coloque, e como tal pouco posso adiantar, mas provavelmente continuaria a apostar na inovação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não discuto que “lá tb é Planeta Terra” a solução passa por não apoiar os nossos erros no facto dos outros cometerem ainda mais erros.<br />
Quanto à sua afirmação “É inegável que o aumento de CO2 na atmosfera está ligado ao aumento de temperatura do ar e é uma das principais causas das alterações climáticas.” tenho bastantes dúvidas, mas isto é apenas a minha opinião. Em traços gerais, o CO2 tem um contributo secundário no efeito de estufa, as manchas solares têm tido ciclos muito mais curtos e estamos a viver um período interglacial. Muito mais haveria a dizer&#8230;</p>
<p>Mais uma vez agradeço os seus esclarecimentos referentes à retenção de substâncias poluentes. </p>
<p>É certo que tenho mais facilidade em detectar fragilidades, mas isso não significa que não queira soluções. As soluções só surgem depois de ser identificada a fragilidade.<br />
Quando diz que dizer que o caminho é a inovação é o mesmo que dizer nada, aqui sim fico eu perplexa. É o que tentamos fazer por aqui todos os dias, e é aquilo em que acredito, mas como é óbvio as soluções não surgem do pé para a mão, há que dar tempo ao tempo e evitar precipitações.<br />
A frase “Dá que pensar, será que a micro geração deverá mesmo ser incentivada?” no seu comentário vem desprovida do contexto, a minha dúvida prende-se com o facto de o custo de energia ter aumentado com o aumento da percentagem de energia proveniente de renováveis produzida no país. Era natural que o custo baixasse, não se esperando que subisse. Não estou a dizer que é um mau caminho, antes pelo contrário&#8230;Mas era conveniente que o custo da energia neste país parasse de aumentar proporcionalmente à quantidade de energia produzida por fontes renováveis.<br />
Desconheço por completo o processo de decisão em que propõe que me coloque, e como tal pouco posso adiantar, mas provavelmente continuaria a apostar na inovação.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: tpereira</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-7393</link>
		<author>tpereira</author>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 12:54:03 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-7393</guid>
					<description>Caro Nelson Silva,

Li num site que considero fidedigno que as centrais termicas a carvão emitem para a atmosfera uma quantidade apreciável de elementos tóxicos, como por exemplo mercúrio, e partículas radioactivas em maior quantidade do que uma central nuclear. Como já percebi que sabe do que está a falar, gostaria de ler o que pensa sobre isto. Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nelson Silva,</p>
<p>Li num site que considero fidedigno que as centrais termicas a carvão emitem para a atmosfera uma quantidade apreciável de elementos tóxicos, como por exemplo mercúrio, e partículas radioactivas em maior quantidade do que uma central nuclear. Como já percebi que sabe do que está a falar, gostaria de ler o que pensa sobre isto. Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: matheus</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-23078</link>
		<author>matheus</author>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 18:13:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-23078</guid>
					<description>fontes de energia não poluentes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fontes de energia não poluentes</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: maria joaquina</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-37580</link>
		<author>maria joaquina</author>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 09:05:24 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-37580</guid>
					<description>este site e uma coisa rara porque e muito grande mas tem coisas interessantes.bjs:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este site e uma coisa rara porque e muito grande mas tem coisas interessantes.bjs:)</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Victória espadinha</title>
		<link>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-37584</link>
		<author>Victória espadinha</author>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 16:39:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://vamos.mudaromundo.com/2007/05/11/central-termoelectrica-de-sines-uma-das-mais-poluentes-da-europa/#comment-37584</guid>
					<description>Pois é , nas piores coisas ocupamos sempre os primeiros lugares , está na altura de mudarmos consciências.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é , nas piores coisas ocupamos sempre os primeiros lugares , está na altura de mudarmos consciências.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
