Uma vez que o Público de hoje publicou uma matéria acerca do estudo sobre eleitores-fantasma que divulgámos no início do mês, aqui fica um link directo para o artigo original.
Votos de boa leitura.
Uma vez que o Público de hoje publicou uma matéria acerca do estudo sobre eleitores-fantasma que divulgámos no início do mês, aqui fica um link directo para o artigo original.
Votos de boa leitura.
As críticas que li no público até poderão fazer algum sentido mas pouco alterariam as conclusões finais. Ou seja, mesmo seguindo a opção mais conservadora (não estimar imputar não inscritos à população mais jovem) , parece evidente que o problema se mantém e as conclusões do estudo continuariam a ser pertinentes.
Mais uma vez parabéns pelo trabalho.
Manifesto aos Autores do interessante trabalho o meu apreço pelo facto de procurarem estudar o problema da actualização do recenseamento eleitoral - não esqueçamos que é uma das bases de um sistema eleitoral sério - sobre o qual também já tive a oportunidade de me expressar em diversos artigos, permitindo-me realçar um em 2001 (Público) e já mais recentemente em 3.3.2007 (Expresso).
Independentemente de algumas reservas que credenciados investigadores apresentam hoje - 2.4.2007 - no Público, o estudo merece atenta leitura e profunda reflexão, que provavelmente apontaria para a necessidade de um novo recenseamento (não uma “actualização” aquando da emissão dos futuros cartões do cidadão.
Obrigado a ambos pelos comentários.
Quando se faz um estudo como este, é sempre bom ter reacções de pessoas da própria área (como aconteceu na peça do Público), de gente de áreas afins como a estatística (Rui MCB, do INE) e, claro, de quem já desempenhou cargos de relevo e está por dentro do tema (Luís da Costa Correia, antigo director do STAPE).
Já agora, aproveito a oportunidade para dar os parabéns públicos ao Luís da Costa Correia pelo artigo de 3.3.2007 no Expresso, que está muito bem argumentado e que desafia os órgãos de soberania a tomar medidas concretas em relação a um problema tão debilitador da democracia representativa como é este dos eleitores-fantasma.
A resposta até poderá não tardar, uma vez que um requerimento do deputado Luís Carloto Marques já instou o executivo a tomar uma posição pública.